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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Ativismo animal.

Impressionante que mesmo sabendo que a informação corre de forma viral, as pessoas não tomam nenhuma precaução, mesmo quando sempre avisadas, que precaução com as fontes e com os fatos é importante, e veiculam coisas de forma irresponsável. Até aí me incluo em alguns casos e faço meu Mea Culpa sempre que me pego errando, mas este negócio de ativismo, de forma geral, não passa por isso.

Ativismo envolve manipulação de pessoas menos esclarecidas por pessoas que não se importam com nenhum tipo de esclarecimento racional. Na verdade, a razão é lixo, diante da ação destes sujeitos que desmontam verdades em busca de seus objetivos. Passam por cima de tudo e todos pra poder ver aquilo que querem (e é querem, porque sei que a grande maioria sabe que o que querem não é bom pra ninguém, mas não se importam) em detrimento do fato, da verdade, da razão. E manipulam pessoas de boa fé.

É impressionante ver que os ativistas encaram a vida como uma guerra de dois lados, e pra isso não se importam em destruir pessoas, trabalhos, esforços, não ligam, não dão a mínima, contanto que consigam se fazer ouvir. E se for preciso (e sempre é) calam quem eles julguem errados, sem lhes dar direito de palavra.
Triste ver que os caras realmente querem fazer que as pessoas acreditem que, quem trabalha num biotério de criação ou experimentação seja sádico, moralmente baixo e ruim, mas usam este tipo de estereótipo para manipular gente boa e simples, que compartilham com eles a falta de informação sobre o assunto, mas não a má fé, a vontade de destruir e de acabar com reputações de trabalhadores sérios.

Mas o mais inadmissível não é ouvir ignorantes falarem coisas as quais não sabem e agir de acordo com sua ignorância, condenando trabalho sério, supervisionado por entidades sérias e que traz dividendos sanitários até para eles e seus familiares.

O inadmissível é ver gente da área biomédica, que ao menos deveria entender os propósitos da pesquisa séria, se embasar em leigos, tomando-os como bem intencionados e formadores de opinião e assim apoiar uma invasão, destruição de patrimônio seguida de roubo de animais com alto potencial sanitário, certificados pelos órgãos competentes e acompanhados por protocolos de agências de bem estar animal regulamentadas por lei.

A argumentação? Soa bem científica: foram ouvidos "vários gritos de cães" no local, que indicavam que "indicavam que os animais estavam sendo submetidos a tratamentos cruéis" e que "sentiam muita dor". 
Uma pergunta aos “protetores ativistas”:
Por qual motivo SÓ SE IMPORTARAM COM OS CÃES?
Haviam ratos alojados em caixas que poderiam ser comodamente transportadas por eles.

Os ratos continuam lá, esperando sua “misericórdia”.

O texto está sem fotos ou demais coisas agradáveis porque o assunto não é agradável.

Quando pesquisas sérias param pessoas morrem.

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