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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Partido político é o cacete! Hamas tortura e assassina mais de 100 palestinos.



Ainda tem gente que defende esta canalha!


o texto abaixo foi copiado do blog censurado


Falou-se muito sobre a crueldade das forças de defesa israelense durante o conflito na Faixa de Gaza. Grande parte da mídia retratou o Hamas como uma força de resistência ante a ocupação brutal de um exército assassino, tal qual a resistência francesa ou mesmo os partisans do leste europeu, que combateram as forças do exército alemão.
Exatamente na data em que eu previ, o conflito acabou em Gaza. No domingo, foi acertado uma trégua nos termos de Israel e as tropas do IDF retornaram ao território israelense, devolvendo o controle de Gaza para os terroristas do Hamas.

No momento em que as tropas israelenses deixaram Gaza, os membros do Hamas pegaram novamente em armas. Desta vez, o objetivo não seria atentar contra o estado de Israel. Enfraquecido pela derrota sofrida no conflito, o Hamas foi rápido em enfraquecer o já combalido Fatah, principal candidato a suceder os radicais no controle político de Gaza.
Testemunhas palestinas afirmam que nos últimos três dias, mais de cem membros do Fatah já foram assassinados ou feridos pelos militantes do Hamas. Rápido no gatilho, o Hamas converteu, em apenas um dia, “escolas e hospitais” em delegacias e bases militares do grupo. Lá, fuzilaram e torturaram os membros do grupo rival. Eles justificaram a chacina dos colegas palestinos como uma defesa do interesse islâmico, pois o Fatah teria agido como observador e informante do IDF durante o conflito.

Um membro do Fatah de Ramallah, que por motivos óbvios não revelou sua identidade, disse ao jornal israelense Jerusalem Post: “muitos dos homens do Hamas fugiram do combate com os judeus. Agora, o Hamas está ventilando sua raiva e frustração”. Segundo ele, pelo menos três membros do Fatah tiveram os olhos removidos nos “hospitais e escolas” em Gaza.

Segundo outras testemunhas, membros do Fatah foram alvejados por tiros de fuzil no meio das ruas. O motivo? Sorrirem. Isso foi interpretado como um ato de alegria pela derrota sofrida pelo Hamas no conflito contra o IDF. Em outro episódio, policiais do Hamas invadiram a casa de Hisham Tawfik Najjar, um homem de oitenta anos. Após revistarem a casa, os policiais espancaram os quatro filhos de Hisham e assassinaram o patriarca da família. O motivo? Nenhum, além de serem membros do Fatah.
Circula em Gaza um panfleto da Brigada Aksa de Mártires, que pede o fim da execução dos membros do Fatah em respeito às mortes dos mártires. Avisam, entretanto, que centenas de militantes do Fatah “estão sob prisão domiciliar, e que se tentarem fugir ou escapar da punição, serão executados sumariamente”.

Os termos da trégua entre Israel e Hamas não foram inteiramente divulgados à imprensa. Tudo os povos, e o Censurado, esperam é uma paz duradoura, para o povo palestino e israelense. Antes do cessar fogo ser rompido pelo Hamas em Dezembro, foi divulgada uma prévia de intenção de votos para a eleição em Gaza no final de 2009. Segundo os números, o Fatah retornaria ao poder pela vontade da maioria do povo palestino.

Circula entre algumas esferas que o conflito contra Israel foi uma maneira de derrubar a eleição, e assim evitar a queda do poder. A máxima na política é que existem dois tipos de governantes, para tempos de paz e para tempos de guerra. Dentro de Gaza, o Fatah é considerado fraco militarmente. Se conseguisse uma nova Intifada, o Hamas teria com certeza a manutenção do regime no poder, mas como falei anteriormente, eles subestimaram a reação de Israel. Agora, para continuar dominando Gaza, eles exterminam os próprios palestinos.

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