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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

As 43 fotos mais emocionantes já tiradas




As 43 fotos mais emocionantes já tiradas

1- Christian Golczynski, de oito anos, aceita a bandeira por seu pai, o Sargento Marc Golczynski, durante um memorial. Marc foi baleado durante uma patrulha em sua segunda missão no Iraque algumas semanas antes do período previsto para retornar para casa.
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2- Reação de um uma criança palestina ao voltar da escola e ver que sua casa foi demolida pelo Estado por ter sido construída sem uma licença adequada. Jerusalém, 2013.
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3- Garoto dá um balão em forma de coração para policial durante protestos em Bucareste, na Romênia.
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4- Jovem acaba de descobrir que seu irmão foi assassinado em San Jose, Califórnia. 
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5- Recruta chinês da polícia paramilitar sendo enviado para uma missão na província de Zhejiang, 2010. Muito o que suportar?
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6- Hhaing O Yu diante do que sobrou de sua casa destruída pelo ciclone Nargis, que atingiu o sul de Myanmar, deixando milhões de desabrigados e milhares de mortos.
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7- Mãos de um missionário segurando a mão de um garoto faminto.
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8- Irmãs posam pra foto no mesmo estilo 3 vezes após longos intervalos de anos.
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9- Cachorro chamado “Leão” fica pelo segundo dia ao lado do túmulo do seu dono, que morreu nos deslizamentos de terra próximo ao Rio de Janeiro em 2011.
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10- Australiano Scott Jones beija sua namorada canadense, Alex Thomas, depois dela ter sido derrubada no chão pelo escudo de um policial em Vancouver (aposto que você não sabia a história dessa foto).
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11- Pai alcoólatra e seu filho, que tenta tirá-lo dali.
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12- Greg Cook abraça seu cão chamado Coco após encontrá-lo em sua casa destruída no Alabama após o tornado de março de 2012.
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13- John Lennon dá autógrafo ao seu futuro assassino, Mark Chapman.
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14- Uma mãe consola o filho em Concord, Alabama, perto de sua casa que foi completamente destruída por um tornado em abril de 2011.
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15- Garota palestina ergue o punho para ameaçar soldado israelense durante protesto contra a expansão do assentamento judaico de Halamish na Cisjordânia no final de 2012.
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16- Soldados marcham na Colômbia Britânica rumo a um trem que os espera, até que um garoto de cinco anos se solta da mão de sua mãe para chegar até seu pai.
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17- Garoto ouve pela primeira vez depois de um médico colocar um fone de ouvido em sua orelha esquerda.
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18- Terri Gurrola reencontra sua filha depois de servir no Iraque por 7 meses.
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19- Helen Fisher beija o carro fúnebre que transporta o corpo do seu primo de 20 anos, Douglas Halliday, quando ele e outros seis soldados mortos são levados para a cidade de Wootton Bassett, na Inglaterra.
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20- Um bombeiro dá água a um coala durante devastadores incêndios florestais na Austrália, em 2009.
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21- Garoto austríaco ganha sapatos novos durante a Segunda Guerra Mundial.
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22- Cachorro e dono se reencontram após o Tsunami no Japão em 2011.
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23- Francês chora quando Paris é ocupada por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
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24- Os jornalistas Euna Lee e Laura Ling, que foram presos na Coréia do Norte e sentenciados a 12 anos reencontrando seus familiares depois de uma intervenção diplomática dos Estados Unidos.
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25- Veterano de guerra russo se ajoelha diante do tanque em que dirigiu durante a Segunda Guerra Mundial.
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26- Mulher sentada em meio aos destroços causados ​​por um forte terremoto e subsequente Tsunami em Natori, Japão, em março de 2011.
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27- Soldados russos se preparam para a batalha de Kursk, julho 1943.
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28- Cirurgião cardiovascular após um transplante de coração bem sucedido e que durou 23 horas. Seu assistente dorme no canto da imagem.
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29- Diego Frazão Torquato, violinista do AfroReggae, de 12 anos, toca violino no enterro de seu professor no Rio de Janeiro. Seu professor o ajudou a escapar da miséria e da violência. Diego morreu em 2010
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31- Policial faz Kevin Berthia desistir de saltar da ponte Golden Gate. Ele se tornou um defensor para a prevenção do suicídio e começou uma família.
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32- Casal abraçado entre os escombros de uma fábrica que desabou em Bangladesh.
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33- Arranhões na parede da câmara de gás de Auschwitz.
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34- Prisioneiros judeus no momento de sua libertação de um campo de concentração em 1945.
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35- Pai olhando para pé e mão de sua filha que foram cortados pelas autoridades policiais do Congo Belga para impedir o roubo e assustar os plantadores para que colhessem mais borracha natural.
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36- Garotinha recebe spray de pimenta nos olhos do policial Bruno Schorcht durante protesto em Niterói em março de 2011.
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37- Soldado russo tocando um piano abandonado na Chechênia, em 1994.
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38- Homem forçado a saltar do World Trade Center por causa da fumaça, 11 de setembro de 2001.
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39- Indianos sem-teto esperam para receber comida distribuída fora de uma mesquita em Nova Deli, na Índia.
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40- Homem solitário desafia uma fila de tanques chineses após protestos na praça de Tiananmen, em 1989.
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41- Um homem afegão oferece chá aos soldados americanos.
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42- Pai encontra nome do filho no Memorial do 11 de Setembro durante a cerimônia de décimo aniversário dos ataques ao World Trade Center.
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43- “Adiós madre” - Omayra Sánchez, garota de 13 anos que foi uma das 25 mil vítimas do vulcão Nevado del Ruiz; depois de ficar 3 dias presa na água e concreto, dá adeus à sua mãe em entrevista.
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De repente meus olhos começaram a suar aqui, não sei pq…
Via: The Secret.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O QUE EU ODEIO NO BRASIL.


Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:





1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.

2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.

3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.

4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.

5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.

6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.

7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.

8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.

9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.

10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.

11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.

12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.

14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.

15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.

16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.

17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.

18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.

19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.

20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.

— Do Fórum —

21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.

22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.

23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .

24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.

25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a plástico queimado.

26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.

27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas , dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.

28. Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.

29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.

30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.

31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.

32. As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas. No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz de mover qualquer coisa, além da sua cabeça.

33 . O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia, São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo. (New York é a 32ª).

34. A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais ” virís ” por sairem com várias mulheres .

35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.

36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.

37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.

38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.

39. Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público é inconveniente, caro e desconfortável para andar. Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna impossível você andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.

40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

ARTIGO 172 – O ÚLTIMO DIA DA SUA VIDA

A melhor coisa que li hoje, sem sombra de dúvida.



ARTIGO 172 – O ÚLTIMO DIA DA SUA VIDA

08 JUL 2013 POR: IQUE 

Trilha:

Se você está lendo isso,
significa que eu tive coragem de  postar.
Bom pra mim.
6 meses atrás…
Meu pai estava correndo atrás da minha sobrinha pela casa.
A minha namorada mandava mensagem dizendo: Eu te amo.
3 meses atrás…
Meu pai foi diagnosticado com uma doença neuro degenerativa, sem cura e que ia matá-lo aos poucos.
A minha namorada se muda para outra cidade.
2 semanas atrás.
Meu pai nao consegue mais levantar sozinho.
Minha namorada termina comigo.
A Vida é a coisa mais frágil,
instável e imprevisível que existe.
No dia que minha namorada terminou,
voltei pra casa e quando abri a porta estava meu pai sentado sem força para levantar do sofá.
Passaram 8.433 coisas na minha cabeça.
Comecei a chorar.
Ele disse:
Se você soubesse que esse é seu último dia de vida,
você passaria ele chorando?
Tá aí uma excelente forma para parar de chorar,
encontrar esperança onde parece não existir nada.
Falei com meu pai que estava acontecendo muita coisa ruim.
Ele disse:
Todas essas coisas que não eram para acontecer,
aconteceram.
O que acontecerá depois depende de você.
Na mesma hora liguei para um amigo e ele chamou outro amigo que chamou outro.
Saimos para conversar.
Um deles contou que a mãe também está com uma doença degenerativa.
Voltei pra casa.
Fui até o quarto do meu pai e disse:
Eu te amo.
É importante ter tempo para dizer às pessoas que você ama o quanto você as ama,
enquanto elas podem te ouvir.
Ele começou a chorar.
Eu falei:
Se você soubesse que esse é seu último dia de vida,
você passaria ele chorando?
Ele comecou a rir.
As pessoas fazem você continuar.
Pessoas são melhores do que ninguém.
Se você está sofrendo por amor,
Se alguma pessoa que você ama está doente,
Não fique puto com o mundo.
Não se torne um babaca.
As coisas caem e quebram, é a vida.
E a vida é dura.
As pessoas cometem erros… mas, se você me perguntar,
é a parte que vem depois que importa.
A parte onde você faz a coisa certa.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

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8 de junho de 2008

Bebê anencefálico despedaça mitos pró-aborto

Bebê anencefálico despedaça mitos pró-aborto

Depois de um ano e meio de vida, bebê anencefálico sorri, chora quando a mãe está longe e reage a sons

Comentário de Matthew Cullinan Hoffman
MORRO AGUDO, BRASIL, 8 de junho de 2008 (LifeSiteNews.com) — Ao anunciar que o Supremo Tribunal Federal (STF) logo decidirá se permitirá abortos para bebês anencefálicos — bebês que nascem sem um cérebro completo — o colunista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, afirmou que tais crianças normalmente morrem dias após o nascimento.
Mas diga isso para Cacilda Galante Ferreira, cuja filha Marcela nasceu com anencefalia um ano e meio atrás em Morro Agudo, São Paulo, Brasil. O bebê está bem vivo, bem saudável e reage aos membros da família.
“Numa semana tive de sair e deixei Marcela dormindo com minha outra filha. Quando voltei, ela estava agitada e chorando. Não posso ficar longe dela por um minuto”, sua mãe disse ao jornal A Cidade em fevereiro.
Embora nascesse sem a maior parte do cérebro, Marcela Ferreira tem vivido um ano e meio com pouca assistência extraordinária. Ela recebe suplemento de oxigênio e se alimenta por meio de uma sonda de alimentação inserida no nariz, mas em outros aspectos ela vive normalmente. Ela interage com os membros da família e mostra sinais de consciência. A presença dela é uma alegria para todos.
“Meu querido bebezinho, tão pequeno e frágil, é hoje forte e muito amado por todos”, sua mãe escreveu na entrada de um diário. “Marcelinha chegou ao mundo para tocar nossos corações e para nos mostrar o verdadeiro sentido da vida”.
Quando Marcela foi diagnosticada com anencefalia, ainda no útero, deram para sua mãe a opção de abortá-la. O médico dela, diz ela, “me deu uma semana para decidir se eu ia continuar com a gravidez. Eu respondi que não é certo ser tão cruel a ponto de matar essa criança pequena e inocente”.
Muitos são os mitos sobre a anencefalia, e se a recente decisão do Brasil sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias for alguma indicação, os erros científicos fatuais acerca desse problema poderiam levar os ministros do STF a condenar milhares de bebês em gestação a uma morte fora de hora.
No caso das células-tronco, decidido no fim do mês de maio, os ministros que deram voto a favor das experiências basearam sua decisão na alegação de que os embriões congelados não podem sobreviver depois de três anos (veja cobertura de LifeSiteNews emhttp://juliosevero.blogspot.com/2008/06/supremo-tribunal-federal-sustenta-em.html). Contudo, embriões congelados já foram implantados com sucesso depois de três anos de armazenamento, e os cientistas dizem que não se conhecem os limites da viabilidade de embriões congelados.
Os que defendem o aborto promovem várias falácias acerca da anencefalia. O primeiro e mais óbvio erro, semelhante ao anterior, é que os bebês anencefálicos não são viáveis fora do útero. No entanto, eles podem, e de fato sobrevivem semanas, meses, e até mesmo anos após o nascimento. O que pode ser o bebê anencefálico com maior tempo de vida, o “Bebê K”, viveu dois anos e meio nos Estados Unidos, morrendo em 1995.
Aliás, um documento sobre ética publicado pela Associação Médica Americana em 1994 (CEJA Report 5-I-94) endossou a prática brutal de remover órgãos de bebês anencefálicos ainda com vida, porém admitiu que dez por cento de tais bebês sobrevivem mais de uma semana após o nascimento (veja o texto total em inglês em http://www.ama-assn.org/ama1/pub/upload/mm/369/ceja_5i94.pdf).
O documento confessou que “o potencial de duração de vida desses recém-nascidos é provavelmente mais longa do que a duração de vida que eles têm agora, porque eles não recebem tratamentos vigorosos”.
O documento fez uma segunda confissão que contradiz o conhecimento comum sobre bebês anencefálicos. Embora os que defendem o aborto afirmem que os testes de anencefalia são absolutamente confiáveis, a Associação Médica Americana reconhece que “diagnósticos incorretos de bebês como anencefálicos têm sido documentados na literatura médica e detectados por programas de exame”
A AMA admite que “não dá para se eliminar inteiramente a possibilidade de diagnósticos equivocados”, mas assegura aos leitores que “o diagnóstico de anencefalia é altamente confiável”.
O que a AMA está reconhecendo é que certa percentagem de bebês descartados no lixo das clínicas de aborto como “anencefálicos” não sofrerão de fato essa doença. Entretanto, o documento chama o risco de “insignificante”.
Os riscos de diagnóstico equivocado podem parecer “insignificantes” para um médico, mas os pais tendem a ter uma perspectiva diferente. Um caso em questão é o de Brandon Kramer, que foi diagnosticado com uma deficiência cerebral enquanto estava ainda se desenvolvendo no útero. Seus pais, Becky Weatherall e seu namorado Kriss Kramer, foram informados pelos médicos de que o cérebro de seu filho estava deformado e grande, e que havia acumulo de líqüido em seu crânio (veja cobertura recente de LifeSite em http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08022603.html).
Os médicos disseram ao casal que seu filho seria surdo e cego, e que provavelmente não sobreviveria por muito tempo após o nascimento. Embora a gravidez já estivesse na fase final, eles recomendaram a realização de um aborto, uma idéia que Weatherall e Kramer rejeitaram.
Contrariando as alegações dos médicos, o filho do casal nasceu completamente saudável e normal.
“Sinto-me incrivelmente culpada só de pensar que eu poderia tê-lo matado”, disse Weatherall, “e então fico imaginando quantos outros bebês completamente normais são mortos”.
É difícil saber quantos diagnósticos falsos de anencefalia e outros defeitos congênitos ocorrem anualmente, pois uma percentagem elevada de crianças são abortadas, resultando num cadáver mutilado que não é examinado após o procedimento.
Aproximadamente 95% dos bebês anencefálicos são abortados antes do nascimento, de acordo com o Instituto Kennedy de Ética na Universidade Georgetown. Esse índice é semelhante a outros defeitos congênitos. No norte da Califórnia, por exemplo, 95% dos bebês em gestação diagnosticados com fibrose cística são abortados, de acordo com a seguradora Kaiser Permanente.
O que pode ser o erro mais devastador com relação à anencefalia é a noção de que os bebês que sofrem de anencefalia não poderão possivelmente ter consciência, porque faltam as partes do cérebro em que ocorrem os pensamentos. Na verdade, a ciência médica mostra que um processo conhecido como neuroplasticidade pode “reajustar” as células cerebrais para mudar sua função e compensar pela perda de outras células.
A Comissão Nacional Italiana de Bioética admitiu que esse efeito poderia realmente permitir que um grau de consciência se desenvolva em bebês anencefálicos, cujo tronco cerebral está intacto. Embora o tronco cerebral normalmente aja para manter o funcionamento dos órgãos do corpo, suas células poderiam teoricamente mudar a função para compensar a ausência da parte de cima do cérebro.
“A neuroplasticidade do tronco cerebral poderia ser suficiente para garantir ao bebê anencefálico, pelo menos nos casos menos sérios, certa possibilidade simples de consciência”, a Comissão escreveu num relatório de 1996, “O Recém-Nascido Anencefálico e a Doação de Órgãos”.
A possibilidade de neuroplasticidade fornece uma explicação científica para o fato de que a pequena Marcela Ferreira exibe muitos sinais de consciência. De acordo com Luiz Carlos Lodi da Cruz, padre e ativista pró-vida, “Marcela reage ao toque da mãe. Com a mão, ela agarra os dedos da Sra. Cacilda”.
Ela reage à luz e som, faz expressões faciais e chora. “Quando ela não quer um alimento específico, ela cospe. Ela reconhece a voz da mãe”, escreve Pe. Lodi em seu site (http://www.providaanapolis.org.br/risomarc.htm).
“Os médicos dirão a você que uma criança anencefálica não pode nem ver nem ouvir, nem sentir dor, que ele ou ela é um vegetal”, diz Anencephaly-info, um site mantido por pais de crianças anencefálicas (http://www.anencephalie-info.org/e/faq.php#14). “Contudo, isso não bate com a experiência de muitas famílias que têm uma criança anencefálica”.
“O cérebro é afetado em graus variados, de acordo com a criança. O cérebro pode alcançar diferentes fases de desenvolvimento. Algumas crianças podem engolir, comer, chorar, ouvir, sentir vibrações (sons altos), reagir a toques e até à luz. Mas acima de tudo, elas respondem ao nosso amor: não se precisa ter um cérebro completo para dar e receber amor — tudo o que se precisa é um coração!” escrevem os autores do site.
Entretanto, considerando a natureza grave da anencefalia, provavelmente os grupos pró-aborto usarão a doença como estratégia de abertura para criar um precedente para a legalização do aborto no Brasil. Os que defendem o aborto para bebês anencefálicos, tais como o colunista Josias de Souza, já estão disseminando erros, distorções e exageros científicos com relação à questão.
Para um exemplo, Souza afirma em seu recente blog (http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/index.html) que gravidezes de anencefálicos apresentam “risco elevado” de danos à mãe. Embora seja verdade que há um risco maior de certas complicações durante tais gravidezes, o risco total à saúde da mãe é baixo.
“O diagnóstico de anencefalia no feto representa um risco médico levemente maior para a mãe”, diz o Hospital Infantil de Wisconsin em seu site (http://www.chw.org/display/PPF/DocID/34371/Nav/1/router.asp). Os autores de Anencephaly-info reconhecem que pode haver excesso de fluído amniótico e outras complicações menores, mas que nos outros aspectos a gravidez é “normal” e não é perigosa para a mãe.
Josias de Souza também frisa a curta duração de vida de crianças anencefálicas, e afirma que “a possibilidade de erro no diagnóstico” de anencefalia antes do nascimento “é perto de zero”. No entanto, “perto” não será suficiente para proteger as crianças cujas vidas se perderão nos diagnósticos falsos que inevitavelmente ocorrerão.
O que é mais importante é que Souza ignora o argumento moral fundamental contra o aborto: que os seres humanos têm o direito fundamental de viver, independente de sua deficiência ou falta de desenvolvimento. Os ativistas pró-vida argumentam que ninguém tem o direito de matar um ser humano inocente, porque as pessoas não são objetos para serem manipulados e destruídos por amor à conveniência.
Em vez de tratar a questão diretamente, Souza faz um apelo emocional, desprezando tais considerações morais e afirmando que o bebê é incapaz de ter consciência e morrerá logo após. Em outras palavras, não importa muito.
A diferença entre o argumento em prol do aborto nesse caso e em outros casos, tais como o “bem-estar psicológico e social da mãe” ou até mesmo a “liberdade de ela controlar seu próprio corpo” é meramente uma diferença de grau. Uma decisão do STF favorecendo o aborto para bebês anencefálicos provavelmente servirá de abertura, permitindo uma liberalização crescente das restrições ao aborto, até que efetivamente seja legal na totalidade.
A primeira abertura foi a decisão do STF aprovando as mortais pesquisas com células-tronco embrionárias, as quais destroem a vida humana em sua fase bem inicial. Resta ver se os que defendem o aborto conseguirão realizar sua segunda abertura.
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Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews