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terça-feira, 8 de julho de 2014

Satanismo em livro infantil oferecido em escolas

http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2014/07/livro-infantil-promove-satanismo-no.html


Realmente eu ainda pensei em colocar meu texto no link, mas as palavras falam por si.


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Um professor liberal no ensino público - http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/educacao/um-professor-liberal-no-ensino-publico/


R. Penny *, publicado no Instituto Liberal
O relato pessoal de um professor de História da prefeitura de São Paulo que revela o caos e o domínio esquerdista na educação pública brasileira
Sou professor concursado. Funcionário público. Tenho estabilidade e só posso ser exonerado se aprontar algo cataclísmico. Recebo rigorosamente em dia, sou crivado de benefícios trabalhistas, posso faltar quando quiser sem ser incomodado e não tenho de apresentar resultados. Ao final da carreira gloriosa, terei direito a aposentadoria integral.
Sobrevivi à dominação comuno-petista e à coação explícita das esquerdas terroristas na universidade.
Formei-me em história, o maior reduto “intelequitual” da corja. Não tive uma mísera aula sobre História Medieval ou uma definição político-social do Império Romano. Era apenas doutrinação marxista. Qualquer postura liberal era rechaçada de imediato pela maioria estridente.
De posse do canudo, passei num concurso, para, literalmente, buscar “endireitar” um pouco o ensino de História, atualmente agonizando nas mãos dos guevaristas.
Leciono para 6° e 7° anos do Ensino Fundamental numa escola na periferia paulistana, reduto que se considera acarinhado pelo PT por receber o assistencialismo comprador de votos do partido. Tenho quórum constante. Meus alunos não faltam nem sob chuva de enxofre com medo de perder o benefício do leite ou o bolsa-família. A presença maciça é um ponto positivo, mas seria melhor se ao menos trouxessem o material escolar (que receberam integralmente da prefeitura). Anos de permissividade e tolerância à indisciplina os tornaram imunes aos poucos mecanismos de controle que tenho. Damos o material, mas não podemos exigir que o levem. Damos o uniforme, mas não podemos impedir que entrem se estiverem sem ele, e em tempos de funk ostentação, o desfile fashion se torna inevitável. O Estatuto da Criança e do Adolescente os garante. Não há fator que posso impedir o Acesso e Permanência.
E isso os alunos aprenderam. Podem não ter aprendido a decompor frações, a enumerar a herança filosófica grega e a conjugar o futuro do pretérito, mas aprenderam que, perante a lei, são inimputáveis.
Alunos me xingam e me afrontam porque represento a autoridade que eles aprenderam nas manifestações recentes a repudiar, vendo a polícia apanhar nos protestos e ainda ser considerada a culpada por isso.Fui recentemente ameaçado de ir parar “na vala” por ter erguido minha voz com um aluno. Não sou “melhor do que ele” para querer impor minha vontade. Palmas para Paulo Freire!
Não há livros didáticos para os trinta e cinco alunos de cada sala. Por ser material compartilhado, há nas páginas pichações toscamente grafadas, com xingamentos e palavras de baixo calão, com crassos erros de ortografia.
Sou orientado a usar o livro deteriorado, mesmo sendo uma tranqueira escrita por prosélitos de Fidel. Outros materiais de apoio não podem passar disso, textos de apoio, comprados com meu dinheiro. A escola não tem condições de tirar cópias a meu bel-prazer. A verba da escola tem outros importantes destinos. Não está sujeita aos meus caprichos pedagógicos e ideológicos.
Há um laboratório de informática excelente. Não posso reclamar. O professor responsável é formado em geografia. Não tem preparo. Fez dois cursos na Diretoria Regional de Educação, ministrados por alguém que deve saber menos que ele e não consegue orientar-nos a como usar o ambiente. Os alunos usam o laboratório como lan-house. A burocracia para usar o equipamento para, por exemplo, fazer uma pesquisa em sala sobre os benefícios da Revolução Industrial é desalentadora. Querem que os alunos fiquem com a opinião do livro. Foi a Revolução do Capitalismo Perverso e Assassino.
Na sala dos professores a situação é ainda mais inominável. Num quadro de avisos um aviso de greve “eminente”. Sei que a categoria presta histórica reverência ao “grevismo”, não obstante, o erro ortográfico, em tal ambiente, deveria ser imperdoável. Não conhecem a diferença entre “iminente” e “eminente”, nem o contrassenso crasso que é um funcionário público concursado, prestador de um serviço essencial, entrar em greve para questionar o salário que aceitara ao ler o edital, prestar o concurso e tomar posse do cargo.
Recebemos “formação” diária. Oito horas-aula por semana a mais no holerite. É o momento em que os educadores se reúnem e atualizam-se. Mostram as fotos da viagem de fim de semana que postaram no “face”, fazem pedidos nas revistas “Avon” e “Natura” que proliferam-se no meio mais do que qualquer livro de pedagogia. Entre uma ação pitoresca e outra, motivos de greve são aventados, afinal, ninguém é de ferro.
O representante do sindicato aparece mais vezes na escola que o supervisor da Regional. Também cumpre seu “papel” de forma mais efetiva. Há sempre a possibilidade de um novo levante irromper se um abono, benefício ou exigência da “categoria” não for acatado.
O Conselho de Escola, como propagam orgulhosamente, é soberano. Toma as decisões que ditam o rumo das verbas. Definiu a compra de um telão para a Sala de Leitura. Agora, graças ao Conselho, os alunos entram na sala, onde há oito mil livros, para assistir comédias de gosto discutível e animações da Disney. A professora de Sala de Leitura sorri e não esconde que a situação melhorou muito. Agora ninguém tira os livros do lugar e lhe dá trabalho extra. Os oito mil livros, adquiridos às expensas dos contribuintes, estão protegidos da ação dos desavisados que poderiam cometer a temeridade de querer lê-los. Estão agora onde querem que estejam: adornando prateleiras.
Em flagrante desrespeito aos alunos frequentes, se um desaparece por seis, sete ou mesmo oito meses inteiros, devo proporcionar a ele a oportunidade de fazer um (!) trabalho de compensação que apague suas faltas. O trabalho, me explicam os superiores, não deve ser difícil demais. Apenas uma documentação para o prontuário que garanta a promoção do aluno para o ano seguinte, sem ter frequentado este. E lá vou eu, passar de ano, rumo ao Ensino Médio, um analfabeto que me imprimiu uma página da wikipedia e colocou o primeiro nome em cima, em garranchos de letra de forma, já que ele não aprendeu a cursiva e foi promovido mesmo assim.
Chega a reunião pedagógica bimestral e lá vamos nós, receber um pouco mais de “Paulo-Freirezação”. Tudo de acordo com a cartilha. Nós fingimos que ensinamos e eles fingem que aprendem.
Mas tudo bem. Temos estabilidade, aposentadoria integral e, claro, greves bienais que aumentam nossos benefícios regularmente.
* Professor de História

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

É 1984 em Massachusetts, e o Grande Irmão é gay

A doutrinação gayzista e até pró-pedofilia das escolas do Massachussets tornam tais instituições o sonho dos doutrinadores esquerdistas, quem desdenham de toda a autoridade dos pais, e veêm as crianças como propriedade do Estado.

Os filhos de Mary Clossey não veem bandeiras americanas na escola, as quais os fariam lembrar que é pela segurança deles que jovens soldados arriscam suas vidas. Em vez disso, sua filha, junto com outros alunos, é colocada em um auditório para ouvir um palestrante comparar militares americanos a terroristas.

Durante anos as escolas públicas na cidade de Newton, Massachusetts, vêm desrespeitando sem o menor pudor a lei estadual que determina a exibição de uma bandeira americana em toda sala de aula. Por outro lado, há muitas bandeiras expostas, se contarmos as de arco-íris, que simbolizam um ambiente “simpatizante”.

Quando Clossey matriculou seu filho no programa de leitura da Newton North High School, mal sabia ela que o professor havia se gabado, no jornal Boston Globe (em 8 de julho de 2001), de discretamente introduzir questões homossexuais e transexuais nas suas turmas. Michael Kozuch, o professor, distribuiu o romance As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, instruindo os alunos a escreverem uma resenha. E quais seriam as “pérolas” literárias que o professor Kozuch considera mandatórias para os filhos dos outros? Sexo entre um garoto em um cão, sexo entre homens e garotos, sexo anal entre garotos e masturbação feminina com uma salsicha. Por acaso Clossey abriu o livro que seu filho trouxe para casa. Mas o choque que ela teve em seguida foi pior.

Clossey descobriu que as autoridades do governo veem a proteção dos pais como um obstáculo.

Ela tentou ligar para o prefeito, que nunca lhe retornou. E ao procurar a direção da escola, afirma que deparou com um “desrespeito arrogante com os pais dos alunos”.

Registrou ocorrência policial contra o professor por corrupção de menor. Nem mesmo os jornais e canais de TV mais radicalmente pró-homossexualismo de Boston poderiam manter segredo sobre isso. Mas a ocorrência não levou a nada. Acabou descobrindo que Kozuch não estava sozinho. O livro estava na lista de obras obrigatórias de todos os alunos do estado. Com o apoio de outros pais indignados, Clossey procurou o promotor da cidade, mas relatou que a secretária do promotor já havia sido avisada sobre ela. Depois de esperar durante horas, não a deixaram vê-lo.

Quando os pais descobriram a respeito do livro, os professores da escola o retiraram das discussões de sala, mas se recusaram a removê-lo da lista de obras. Pais alertados já sabiam que o departamento de línguas da escola, seja lá com que pretexto, havia mostrado Minha Vida em Cor-de-Rosa, um filme proibido para menores de 17 anos sobre uma criança “homossexual”. Os alunos aprenderam como “o pequeno Ludovic se divertia sendo uma garota, pegando emprestado os saltos vermelhos da mamãe, seu batom, seus brincos... hmmm!” O problema é que a criança de 7 anos é um garoto, mesmo que fique bem de rosa.

Alunos do primeiro ano aprendem sobre masturbação e sodomia em uma disciplina obrigatória que usa linguagem vulgar (como se o vocabulário adequado arruinasse a experiência educacional). Um grande mural no corredor ilustra duas garotas de mãos dadas lendo algo chamado “Romea e Julieta”.

Mas será Newton uma cidade condenada? Em Brookline, uma cidade próxima, um transexual contou a crianças do primeiro ano do ensino fundamental como seu pênis foi cortado e ele se tornou uma mulher. Sem ironia, o Boston Globe chamou isso de “orientação sobre mudança de sexo”. Os pais, que não haviam sido avisados, tiveram que consolar seus filhos.

As crianças da cidade de Ashland foram instruídas a atuar em papéis homossexuais em uma peça da escola. Conforme reportagem de um jornal do Condado de Middlesex de 1º de abril de 1994, uma das falas de um garoto era: “É natural sentir atração pelo mesmo sexo”. Garotas foram instruídas a dar as mãos e se fingir de lésbicas.

Como amplamente divulgado em Massachusetts em 1992, em uma assembleia escolar obrigatória na cidade de Chelmsford, um instrutor usou linguagem chula ao descrever as maravilhas do sexo anal e oral. Depois fizeram as crianças lamber camisinhas.

E os alunos de Framingham tiveram que responder a este questionário orwelliano:

1. O que você acha que causou sua heterossexualidade?

2. Quando você decidiu ser heterossexual?

3. É possível que a heterossexualidade seja uma fase passageira da vida?

4. É possível que você seja homossexual porque tem medo de pessoas do mesmo sexo?

5. Se você nunca dormiu com ninguém do mesmo sexo, como você sabe que não iria gostar? É possível que você só precise de uma boa experiência homossexual?

6. Para quem você revelou sua heterossexualidade? Como eles reagiram?

7. Porque os heterossexuais são tão espalhafatosos, sempre enfatizando sua heterossexualidade? Por que eles não podem simplesmente ser quem são, sem exibir sua sexualidade, beijando em público, usando alianças, etc.?

Em Lexington, uma mãe descobriu que sua filha de 13 anos podia pegar emprestado um livro que contava como os gays poderiam socializar na ópera com “com um furo discreto atrás das calças, para que pudessem sentir um prazer extra enquanto assistiam ao espetáculo”. A escola havia comprado o livro com o dinheiro de verbas que estavam destinadas à área de saúde.

Um eminente psiquiatra afirma que o currículo sexualizado nessas escolas pode rebaixar as crianças “ao nível de animais”, e causar danos para o resto da vida. “A promoção sistemática da homossexualidade e promiscuidade nas escolas de Massachusetts estimula a confusão sexual e a experimentação”, afirma Nathaniel S. Lehrman, ex-diretor clínico do Kingsboro Psychiatric Center em Nova Iorque. “Eles diluem e trivializam [a capacidade para] a paixão sexual fiel, que seria [mais tarde] a base do casamento dessas crianças. Jovens instáveis podem se tornar especialmente vulneráveis aos homossexuais que recrutam ativamente”.

Há professores em todas as partes dos Estados Unidos discretamente canonizando o comportamento homossexual para crianças de até 5 anos de idade. Também foi amplamente divulgado que nos dias escolares de comemoração aos gays aulas são canceladas e as crianças são obrigadas a participar de atividades em que homossexuais contam seus “estilos de vida”. As técnicas de controle mental vêm diretamente das escolas soviéticas.

As autoridades costumam confrontar os pais que demonstram insatisfação dizendo a eles: “Você foi o único que reclamou”. A mensagem está implícita: “Seria inconstitucional ensinar a moralidade judaico-cristã. Então somos obrigados a ensinar o extremo oposto”.

Samuel Blumenfeld, autor com várias publicações sobre educação, afirma que muitos superintendentes de escolas entendem implicitamente que “crianças são propriedade do Estado”. Há provas bastante convincentes em Massachusetts:

* Um texto sobre saúde dado aos alunos do primeiro ano em Silver Lake dizia: “Testar sua capacidade de funcionar sexualmente e de dar prazer para outra pessoa pode ser menos assustador nos primeiros anos da adolescência com pessoas do mesmo sexo”. E, “Você pode chegar à conclusão de que crescer significa rejeitar os valores dos seus pais”. Os alunos foram ordenados a manter o livro na escola e nunca levá-lo para casa.

* A Needham High School violou uma lei de direitos dos pais ocultando uma assembleia geral em que uma garota descrevia seu primeiro beijo lésbico e exaltava o lesbianismo. Os professores continuaram a discussão de volta à sala de aula. Também desrespeitaram a lei ao omitir para os alunos seu direito de não estarem presentes. Mais tarde, o orientador do clube gay anunciou, em linguagem pobre, que a decisão dos pais de retirar seus filhos da escola no ano letivo seguinte não seria respeitada, uma vez que a “assembleia (não ensinou) crenças morais ou religiosas”.

* Após uma “Semana Anti-homofobia” com reuniões obrigatórias em Beverly, uma aluna de 14 anos acusou o próprio pai de “homofóbico”. Ela havia aprendido que os homossexuais têm o direito de se casar e adotar filhos. Os pais não foram avisados. Um garoto escreveu para um jornal local: “Me senti perturbado e enojado. Testemunhei depoimentos preconceituosos de gays e o público ridicularizando um padre no nosso auditório”.

* Um pai em Beverly tirou seu filho da escola após descobrir o conteúdo de um programa de 4 dias sobre “assédio sexual” que cancelou a aula de álgebra. O professor encorajou o aluno a voltar, dizendo: “Seus pais não precisam saber”.

* Em Manomet, um professor de educação física distribuiu um material que, conforme um aluno do oitavo ano, violava as crenças dos seus pais. “Se tiver algum problema com seus pais, me conte e eu vou lidar com eles”, respondeu o professor.

* Um diretor de uma escola em Newton se recusou a excluir crianças de um programa de distribuição de camisinhas, dizendo aos pais: “É importante demais”.

A mídia local reporta esse tipo de história com relutância, usando títulos como “Mãe de aluno local se irrita com aulas de educação sexual”. Eles desviam o foco da provocação para a reação. Imaginem a mesma fórmula usada para descrever o escândalo de Watergate: “Partidários democratas criticam Casa Branca”.

Em 8 de julho de 2001, em um artigo do Boston Globe intitulado “Mais escolas abordam assuntos gays”, Kozuch relatava seus esforços para usar as escolas para modelar a visão das crianças sobre a homossexualidade por trás da vigilância dos pais.

“É por baixo dos panos”, afirmava. “A ideia é que queremos tratar de assuntos (bissexuais, homossexuais e transexuais) como uma norma padrão".

Distribuir pornografia gay para os filhos dos outros não costumava ser chamado de “tratar de assuntos”, afirmam os críticos. E quem disse para as escolas abordarem o sexo anal?

“A comunidade precisa por fim à sabotagem ao desenvolvimento moral das crianças onde o movimento homossexual radical ganha controle do currículo escolar”, afirma Lehrman, ex-presidente da Força-Tarefa para Religião e Saúde Mental da New York Federation of Jewish Philanthropies.

Alguns militantes homossexuais se sentem cada vez mais “chamados” para a missão de angariar seguidores. Programas de “tolerância” pedindo ajuda a crianças gays (crianças gays?) servem para encobrir a distribuição de materiais obscenos e a orientação de alunos para a homossexualidade.

Comentários em tom de superioridade de alguns educadores sugerem que a inocência é algo que deve ser removido. Sentem que o fato de uma criança não saber sobre a sodomia é algo que deve ser corrigido. Acreditam que toda criança precisa e tem o direito de saber o que os homossexuais fazem uns com os outros, e que isso é equivalente ao casamento dos seus pais. “Não deixem nenhuma criança ficar de fora”.

Blumenfeld escreveu, a respeito da introdução da educação universal do Estado em Massachusetts no século XIX, que a resistência ferrenha de pais e eleitores só poderia ser superada por um juramento solene do estado de se limitar aos assuntos acadêmicos. O direito dos pais de guiar a educação moral dos seus filhos era garantida. Mas isso foi lá no passado, quando os filhos pertenciam aos seus pais.

Clossey recebeu uma carta do promotor local lhe informando que as escolas, livrarias e os museus de Massachusetts não estavam sujeitos às leis que proibiam a exposição de crianças à pornografia.

Está na hora de tornar esse atentado contra a inocência das nossas crianças um crime federal, com punições triplicadas para “educadores”.


Tradução:
Luis Gustavo Gentil

Título original: It's 1984 in Massachusetts – And Big Brother Is Gay

Fonte em português: www.juliosevero.com